segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Num dia de grande inspiração, escrevi esta mensagem...

O AMOR incondicional é o sentimento mais poderoso do Universo.
Ama-se pelo simples fato de que nos tornamos o próprio AMOR, uma tocha ambulante que caminha pela vida, emanando o sentimento mais puro e genuíno que alguém pode sentir.
O AMOR verdadeiro é aquele que começa dentro de você, por você mesmo. Somente amando profundamente a si mesmo será capaz de amar o outro do jeito que deve ser – o AMOR incondicional, sem posses, sem cobranças.
Ama-se pelo simples fato de que, se nos tornamos puro AMOR, então é AMOR que iremos ofertar.
Tenha em mente que, se existem lições a serem aprendidas no Planeta Terra, a mais importante é aprender a AMAR.
Limpar memória significa abrir espaço em sua vida para as bênçãos divinas – prosperidade, sucesso, uma ótima casa, o parceiro ideal..., tão importantes para se ter uma vida de tranquilidade, que lhe dará a sustentação para alçar voos maiores rumo à sua missão espiritual.
Entretanto, quando você se torna o AMOR em toda a sua plenitude, você se torna um DEUS. E então perceberá que muito menos coisas materiais serão necessárias para a sua evolução e ascensão.
Una-se ao AMOR, case-se com ele e você verá milagres divinos acontecendo em sua vida.
Com todo o meu AMOR.
Fique em paz.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

A força do AMOR

Em dezembro de 2010, um livro fantástico caiu em minhas mãos, o que acabou trazendo para a minha vida modificações profundas... O livro se chama Limite Zero, de Joe Vitale, e fala sobre o Ho’oponopono.
Ho’oponopono significa acertar o passo ou corrigir um erro, é uma técnica avançada de cura havaiana que trabalha com as orações: "Sinto muito, me perdoa, te amo, sou grata”, e que tem sido amplamente disseminado mundo afora pelo psiquiatra havaiano Dr. Ihaleakala Hew Len e por Joe Vitale.
Utilizando esta técnica de cura, Dr. Len curou à distância uns 30 pacientes-criminosos internados numa clínica psiquiátrica no Hawai. Repetindo: Dr. Len curou à distância, sem nenhum contato físico e remédio, uns 30 pacientes. E o método adotado foi simplesmente pegar a ficha de cada paciente e repetir várias vezes: Sinto muito, eu te amo.
Segundo Dr. Len, todos nós temos arraigadas no nosso subconsciente memórias de coisas acontecidas conosco desde a nossa criação, tais como: pensamentos dolorosos, erros, medo, raiva, culpa, etc., ervas daninhas que nos trazem desequilíbrio e doenças, coisas que nem sabemos que existem (pois estão no subconsciente e por isso não temos consciência), mas que se manifestam em nossa vida e nos trazem tantos danos sem ao menos sabermos o por quê e como lidar com o problema. Usando o Ho’oponopono, que é um sistema de arrependimento, perdão e transmutação, conseguimos zerar nossa vida e alcançamos pensamentos perfeitos de amor (e tudo o que nele contém – prosperidade, saúde, paz e muito mais).
Li o livro Limite Zero em dois dias e comecei a fazer o Ho’oponopono todos os dias. E comecei a ter experiências incríveis!
Uma delas, a mais significativa que tive em dezembro, aconteceu numa tarde, quando saí para dar uma caminhada pelas redondezas. Decidi fazer um teste repetindo mentalmente ao longo do trajeto: Eu te amo, sou grata (era uma conversa íntima com o AMOR, onde eu dizia o quanto o amava e como ele era bem-vindo à minha vida!!!). Estava me nutrindo com AMOR, enchendo o meu pote até não mais poder.
Ao longo do trajeto, comecei a me sentir diferente, leve como uma pluma, e percebi que olhares diversos, vindos de toda a parte, me observavam e me admiravam. Até as pessoas dentro das lojas viravam a cabeça para continuar me observando. Era o AMOR que caminhava entre eles, que flutuava e deixava o seu rastro!
Tive que enxugar os olhos várias vezes, pois a emoção foi imensa – me ver tão plena de amor por mim e por todos.
Desde dezembro passado, quando de verdade tomei contato profundo com o AMOR, a minha vida tem se transformado e a Graça que fui já não mais existe. Isto porque me nutro de AMOR por mim e pela vida todos os dias, todos os dias, através das orações que o Ho’oponopono me ensinou.
Entendi também naquele dia a importância do AMOR, entendi a dimensão deste sentimento. Mas foi o Ho’oponopono que completou para mim o ciclo de entendimento da dimensão do AMOR para nós – somente através dele, e de mais nada, conseguimos nos salvar. Somente através do AMOR, e de mais nada, conseguimos a plenitude, a paz, a bonança e tudo de bom que merecemos ter.
Pensar no AMOR me levou a pensar no Mestre Jesus, na importância que Ele tem para o planeta... Afinal, pensei na vida de Jesus Cristo, em todo o sofrimento que ele passou também por mim, já que Ele veio a este planeta para plantar a semente do AMOR a fim de que eu, um dia, aprendesse a amar, e me curasse!
Eu amo Jesus Cristo, meu grande mestre, que me deixou como legado o AMOR. E sou imensamente feliz por tê-lo comigo, meu Mestre, meu irmão mais velho e tão sábio, que amorosamente me ajuda a caminhar (Eu te amo!).




Retornando, enfim...

domingo, 12 de abril de 2009

Pimpilim observava de longe pai e filho trabalhando juntos, terminando de consertar uns sapatos a serem entregues. Na verdade, Pedrinho parara de trabalhar para observar o seu pai, o que intrigava Pimpilim.
Pedrinho não gostava daquele trabalho e ficava se perguntando se não haveria algum outro ofício que pudesse lhe trazer um algo a mais além de dinheiro. Concluiu que, definitivamente, desejava trilhar um outro caminho. Não sabia exatamente o quê, mas ele sentia pulsar cada vez mais forte no peito um desejo de fazer algo diferente, maior, não em termos financeiros, mas em importância. Mas o quê? - ele se perguntava. Estava começando a pensar numa outra coisa importante quando viu Pimpilim à distância. Decidiu se juntar a ele.
- Pimpilim, estava olhando papai e algumas coisas vieram à minha cabeça. Tive tempo para observar as muitas rugas em seu rosto, marcas de uma vida difícil. E eu percebi como ele gosta do que faz, tão concentrado se encontra consertando o sapato – parece um artista dando o retoque final numa obra de arte. É bonito ver como ele faz o seu trabalho com amor e devoção...
Antes que Pimpilim pudesse responder, Pedrinho parou abruptamente de falar e olhou fixamente para Pimpilim, pois uma palavra ecoava agora em sua mente.
- Pimpilim, lembra-se da nossa conversa sobre amor? Eu sei que amo papai, mas acho que nunca conseguirei dizer isso a ele...
Um onda de amor pelo seu amiguinho invadiu o peito de Pimpilim. Aquele menino era mesmo muito especial para ele!
- Pedrinho, talvez você se pergunte onde o amor se encaixa na sua relação com o seu pai... É claro que o sentimento existe, mas devido às mazelas do dia-a-dia, ele acaba por ficar em segundo plano, esquecido num canto. Além disso, falar certas coisas às vezes é muito difícil.
- Mas como poderei mostrar a ele o que sinto se não consigo falar sobre isso? Será que conseguirei um dia?
- Bem Pedrinho, acredito que, quando desejamos algo com fervor, então um dia o desejo se manifestará. Mas enquanto isto não acontece, mostre a ele através de gestos e atitudes o que sente.
- Como assim? Consertando mais sapatos do que o de costume?
- Não, Pedrinho. Escreva vez por outra um bilhete ao invés de falar pessoalmente o que deseja, sempre terminando o bilhete com uma palavra de carinho; dê um abraço fraternal no seu pai de vez em quando ou mesmo um beijo em seu rosto; faça algo, um singelo presente, e dê a ele; dê um conselho amigo; seja útil... Coisas simples, mas que possuem um grande significado. E pode apostar que ele entenderá a mensagem.
Um turbilhão de ideias brotavam na mente de Pedrinho agora, pois poderia botar a criatividade para funcionar como alternativa para praticar o amor não verbalizado, o que aliás poderia ser estendido até para a sua mãe e irmãos...
Foi então que Pedrinho se deu conta de que o exercício do amor começa mesmo em casa, com os que nos são mais queridos.

Como não havia conseguido enxergar isto antes?

Graça Hupsel - http://www.ghupsel.blogspot.com/

BREVE MAIS UMA HISTÓRIA DE PIMPILIM E PEDRINHO.
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domingo, 1 de março de 2009

Pimpilim e Pedrinho caminhavam de volta para casa, vindos do armazém do Sr. Raimundo.
Diferentemente dos outros dias, Pedrinho estava calado, distante, refletindo sobre algo que Pimpilim não conseguia captar. Ele bem conhecia Pedrinho e sabia que algo importante rondava a mente do seu amigo. Foi então que decidiu averiguar o que estava acontecendo.
- Você está quieto demais hoje...
Pedrinho sorriu e, pela primeira vez desde o começo da caminhada, parecia ter retornado da sua viagem.
- Vi numa revista na loja do Sr. Raimundo uma reportagem sobre a Madre Teresa de Calcutá. Você já tinha ouvido sobre ela?
- Sim, eu já li sobre ela. Uma grande mulher, nobre, uma alma generosa, altruísta...
Pimpilim calou-se repentinamente, pois uma emoção invadiu o seu coração. Pedrinho aproveitou então para saber mais sobre ela, pois intuía que o que quer que Pimpilim falasse sobre aquela grande mulher certamente iria acrescentar muito em sua vida.
- Sabe Pedrinho, Madre Teresa amava demais as pessoas, tinha total devoção por elas. E o seu amor genuíno a fez se voltar inteiramente às pessoas pobres, aos excluídos e marginalizados, aos invisíveis, aquelas pessoas que ninguém desejava sequer enxergar, pois elas incomodavam. Ela tinha como missão acolher estas pessoas, curar suas feridas, dar a elas não só o que comer, um abrigo, mas principalmente amor. Você sabia que, segundo o pensador Kavett Roberts, ao redor do mundo existem cerca de três bilhões de pessoas que vão dormir famintas, mas um número ainda maior, quatro bilhões, são famintas de vários sentimentos, inclusive de amor?
Pedrinho olhou tão intensamente para o seu amigo e Pimpilim logo entendeu que o seu amiguinho não conseguia alcançar o que aquilo queria dizer.
- Pimpilim, que amor é esse que você fala? É o amor homem-mulher?
- Não, meu querido amigo. Este é apenas um tipo de amor. Falo sobre o amor fraternal, universal, o amor que ultrapassa as fronteiras do corpo e aparência, aquele amor que vem da alma. Este amor não tem forma ou cor, nem religião, nem classe social. Ama-se por devoção ao próximo, ama-se por ser este o caminho a ser seguido. É o amor que vem de Deus... Quem descobre este amor é com certeza um enviado genuíno de Deus. Ou talvez seja melhor dizer: quem vive este amor está em total comunhão com Deus.
- Você acha que muitas pessoas sabem amar deste jeito?
- Ainda não, meu amigo, mas somos otimistas, não somos? Um dia, qualquer dia ainda teremos a oportunidade de ver muitas Madres Teresas espalhadas pelo mundo para nos ensinar não só o que é o verdadeiro amor, mas para nos falar também sobre compaixão.
Um silêncio profundo se apossou dos dois amigos. De um lado seguia Pimpilim meditando sobre os milagres da vida, tendo ao seu lado o seu pequeno discípulo. Aliás, Pimpilim sabia que ele mesmo era um, assim como todos nós.

Graça Hupsel – http://www.ghupsel.blogspot.com/

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sábado, 24 de janeiro de 2009

Numerologia - A sua verdade que você não vê

Assisti a um filme recentemente que me lembrou muito a Numerologia. Um trecho do filme dizia que as letras e palavras guardam todos os segredos do Universo. Partindo então desta premissa, posso dizer que o nosso nome guarda o nosso próprio segredo, o que é a mais pura verdade. Através do nome de nascimento podemos acessar, decodificar, visualizar e nos desnudar diante dos nossos olhos, trazer à tona a nossa evolução espiritual que se esconde por trás dos nossos corpos, meros coadjuvantes na nossa história de vida!

Não nos damos conta disso no nosso dia-a-dia, mas realmente a parte mais importante e significativa de nós mesmos é a nossa essência, ou espírito. É nele, e somente através dele, que podemos encontrar o nosso verdadeiro tesouro.

Através do mapa numerológico o cliente se vê cara a cara com a sua verdade, a sua força, seu poder divino que ele não havia conseguido enxergar. A Numerologia serve então como ponte para a nossa essência, a parte mais bonita que temos, o melhor que possuímos e por que não dizer – a nossa divindade?

Como se não fosse suficiente nos depararmos com nosso passado inalterável através da Numerologia, podemos ainda descobrir o que nosso espírito nos reservou para o presente e futuro, nossa missão, dados provenientes da nossa data de nascimento!

Tenho me deparado com clientes que me impressionam com toda a sua evolução! São pessoas dotadas com potentes ferramentas de trabalho, os dons e talentos que trazem e que devem ser usados não só para alavancar suas vidas, mas principalmente para serem usados para uma causa maior. Sim, pois é sempre bom lembrar que não estamos aqui a passeio – viemos com o objetivo principal de crescer e de ajudar o outro a crescer.

As tais ferramentas de trabalho, quando não são bem trabalhadas, podem trazer um grande desconforto para quem as carrega. Isto porque tudo é energia e a energia potente acumulada e mal direcionada dentro do corpo humano pode até causa doenças, como tenho constatado.

Tenho encontrado algumas pessoas que têm certa aversão à Numerologia por desconhecerem e acharem que ela se resume apenas a uma troca de letra do nome para fins materiais.

Se você é esta pessoa, saiba que esta é apenas umas das finalidades da Numerologia, a que menos gosto diga-se de passagem, pois o que mais me encanta num mapa numerológico é mostrar ao cliente um mundo novo e outrora inacessível, o caminho rumo ao encontro de si mesmo, da sua evolução espiritual, da plenitude, um caminho transformador que lhe trará muitas respostas acerca de si mesmo e que poderá despertar até a sua força interior!

Feliz é a pessoa que já descobriu que todas as respostas encontram-se dentro dela, na sua essência, no ser invisível, indivisível e indestrutível que habita o mais profundo do seu ser! Feliz é a pessoa que já descobriu o enredo de sua vida...

Mas afinal, qual é a história da sua vida que você deseja contar?

Graça Hupsel
www.ghupsel.blogspot.com

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Plantando Sementes



Crônicas de autocura

Plantando Sementes é o resultado de observações feitas ao longo da minha vida, além de experiências pessoais. Mais do que um livro de crônicas de autocura, ele é o porta-voz daqueles que não ousam se desnudar. É o coração que aqui fala; é a emoção que transborda em suas páginas e é o sorriso de quem conseguiu vencer o medo – e assumiu a sua vida em toda plenitude.

Trechos da crônica Nasci para ser feliz:
“Passei longos anos da minha vida me culpando por coisas que não havia feito; me desculpando por erros que não havia cometido; não recebendo o que merecia; dando mais do que devia; me calando para não magoar, mas me magoando por não ter tido a coragem de me pronunciar... Por longos anos, achei que merecia muito pouco da vida e que o que recebia era suficiente e o merecido. Quanto equívoco meu Deus, e quanto sofrimento poderia ter evitado a mim mesma se eu soubesse antes o que sei hoje!...

...Que me desculpem os negativistas, pessimistas, sorumbáticos e afins, mas eu realmente nasci para ser feliz...”

E mais: Plantadores de Sementes; A Importância da Família; Mensagem para Jennifer; Carta de Alforria; O Poder da Intuição; O Toque Sutil das Mãos; Uma Segunda Chance; Uma Lição de Vida e muito mais!