domingo, 1 de março de 2009

Pimpilim e Pedrinho caminhavam de volta para casa, vindos do armazém do Sr. Raimundo.
Diferentemente dos outros dias, Pedrinho estava calado, distante, refletindo sobre algo que Pimpilim não conseguia captar. Ele bem conhecia Pedrinho e sabia que algo importante rondava a mente do seu amigo. Foi então que decidiu averiguar o que estava acontecendo.
- Você está quieto demais hoje...
Pedrinho sorriu e, pela primeira vez desde o começo da caminhada, parecia ter retornado da sua viagem.
- Vi numa revista na loja do Sr. Raimundo uma reportagem sobre a Madre Teresa de Calcutá. Você já tinha ouvido sobre ela?
- Sim, eu já li sobre ela. Uma grande mulher, nobre, uma alma generosa, altruísta...
Pimpilim calou-se repentinamente, pois uma emoção invadiu o seu coração. Pedrinho aproveitou então para saber mais sobre ela, pois intuía que o que quer que Pimpilim falasse sobre aquela grande mulher certamente iria acrescentar muito em sua vida.
- Sabe Pedrinho, Madre Teresa amava demais as pessoas, tinha total devoção por elas. E o seu amor genuíno a fez se voltar inteiramente às pessoas pobres, aos excluídos e marginalizados, aos invisíveis, aquelas pessoas que ninguém desejava sequer enxergar, pois elas incomodavam. Ela tinha como missão acolher estas pessoas, curar suas feridas, dar a elas não só o que comer, um abrigo, mas principalmente amor. Você sabia que, segundo o pensador Kavett Roberts, ao redor do mundo existem cerca de três bilhões de pessoas que vão dormir famintas, mas um número ainda maior, quatro bilhões, são famintas de vários sentimentos, inclusive de amor?
Pedrinho olhou tão intensamente para o seu amigo e Pimpilim logo entendeu que o seu amiguinho não conseguia alcançar o que aquilo queria dizer.
- Pimpilim, que amor é esse que você fala? É o amor homem-mulher?
- Não, meu querido amigo. Este é apenas um tipo de amor. Falo sobre o amor fraternal, universal, o amor que ultrapassa as fronteiras do corpo e aparência, aquele amor que vem da alma. Este amor não tem forma ou cor, nem religião, nem classe social. Ama-se por devoção ao próximo, ama-se por ser este o caminho a ser seguido. É o amor que vem de Deus... Quem descobre este amor é com certeza um enviado genuíno de Deus. Ou talvez seja melhor dizer: quem vive este amor está em total comunhão com Deus.
- Você acha que muitas pessoas sabem amar deste jeito?
- Ainda não, meu amigo, mas somos otimistas, não somos? Um dia, qualquer dia ainda teremos a oportunidade de ver muitas Madres Teresas espalhadas pelo mundo para nos ensinar não só o que é o verdadeiro amor, mas para nos falar também sobre compaixão.
Um silêncio profundo se apossou dos dois amigos. De um lado seguia Pimpilim meditando sobre os milagres da vida, tendo ao seu lado o seu pequeno discípulo. Aliás, Pimpilim sabia que ele mesmo era um, assim como todos nós.

Graça Hupsel – http://www.ghupsel.blogspot.com/

BREVE MAIS UMA HISTÓRIA DE PIMPILIM E PEDRINHO.
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sábado, 24 de janeiro de 2009

Numerologia - A sua verdade que você não vê

Assisti a um filme recentemente que me lembrou muito a Numerologia. Um trecho do filme dizia que as letras e palavras guardam todos os segredos do Universo. Partindo então desta premissa, posso dizer que o nosso nome guarda o nosso próprio segredo, o que é a mais pura verdade. Através do nome de nascimento podemos acessar, decodificar, visualizar e nos desnudar diante dos nossos olhos, trazer à tona a nossa evolução espiritual que se esconde por trás dos nossos corpos, meros coadjuvantes na nossa história de vida!

Não nos damos conta disso no nosso dia-a-dia, mas realmente a parte mais importante e significativa de nós mesmos é a nossa essência, ou espírito. É nele, e somente através dele, que podemos encontrar o nosso verdadeiro tesouro.

Através do mapa numerológico o cliente se vê cara a cara com a sua verdade, a sua força, seu poder divino que ele não havia conseguido enxergar. A Numerologia serve então como ponte para a nossa essência, a parte mais bonita que temos, o melhor que possuímos e por que não dizer – a nossa divindade?

Como se não fosse suficiente nos depararmos com nosso passado inalterável através da Numerologia, podemos ainda descobrir o que nosso espírito nos reservou para o presente e futuro, nossa missão, dados provenientes da nossa data de nascimento!

Tenho me deparado com clientes que me impressionam com toda a sua evolução! São pessoas dotadas com potentes ferramentas de trabalho, os dons e talentos que trazem e que devem ser usados não só para alavancar suas vidas, mas principalmente para serem usados para uma causa maior. Sim, pois é sempre bom lembrar que não estamos aqui a passeio – viemos com o objetivo principal de crescer e de ajudar o outro a crescer.

As tais ferramentas de trabalho, quando não são bem trabalhadas, podem trazer um grande desconforto para quem as carrega. Isto porque tudo é energia e a energia potente acumulada e mal direcionada dentro do corpo humano pode até causa doenças, como tenho constatado.

Tenho encontrado algumas pessoas que têm certa aversão à Numerologia por desconhecerem e acharem que ela se resume apenas a uma troca de letra do nome para fins materiais.

Se você é esta pessoa, saiba que esta é apenas umas das finalidades da Numerologia, a que menos gosto diga-se de passagem, pois o que mais me encanta num mapa numerológico é mostrar ao cliente um mundo novo e outrora inacessível, o caminho rumo ao encontro de si mesmo, da sua evolução espiritual, da plenitude, um caminho transformador que lhe trará muitas respostas acerca de si mesmo e que poderá despertar até a sua força interior!

Feliz é a pessoa que já descobriu que todas as respostas encontram-se dentro dela, na sua essência, no ser invisível, indivisível e indestrutível que habita o mais profundo do seu ser! Feliz é a pessoa que já descobriu o enredo de sua vida...

Mas afinal, qual é a história da sua vida que você deseja contar?

Graça Hupsel
www.ghupsel.blogspot.com

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Plantando Sementes



Crônicas de autocura

Plantando Sementes é o resultado de observações feitas ao longo da minha vida, além de experiências pessoais. Mais do que um livro de crônicas de autocura, ele é o porta-voz daqueles que não ousam se desnudar. É o coração que aqui fala; é a emoção que transborda em suas páginas e é o sorriso de quem conseguiu vencer o medo – e assumiu a sua vida em toda plenitude.

Trechos da crônica Nasci para ser feliz:
“Passei longos anos da minha vida me culpando por coisas que não havia feito; me desculpando por erros que não havia cometido; não recebendo o que merecia; dando mais do que devia; me calando para não magoar, mas me magoando por não ter tido a coragem de me pronunciar... Por longos anos, achei que merecia muito pouco da vida e que o que recebia era suficiente e o merecido. Quanto equívoco meu Deus, e quanto sofrimento poderia ter evitado a mim mesma se eu soubesse antes o que sei hoje!...

...Que me desculpem os negativistas, pessimistas, sorumbáticos e afins, mas eu realmente nasci para ser feliz...”

E mais: Plantadores de Sementes; A Importância da Família; Mensagem para Jennifer; Carta de Alforria; O Poder da Intuição; O Toque Sutil das Mãos; Uma Segunda Chance; Uma Lição de Vida e muito mais!